Quando minha voz
se fizer
ausência, entenda o silêncio
como prova da verdade.
Arrume as palavras deixadas
entre folhas, faça frases
e desordene parágrafos.
Minha voz ausente
estará diante
do esforço. Concentre sua hora
na descoberta dos traços.
Risque as letras e deixe em branco
a parte inferior do silêncio.
Pedro Du Bois


comentários (2)
Caríssima Ana, mais que agradecer pela publicação do poema, agradeço pelas suas palavras. Abraços e bom final de semana. Pedro.
Por Pedro Du Bois | novembro 7, 2009 12:56 AM
em 07/11/2009 00:56
Olha Poeta, que linda poesia sobre o desencontro do silêncio, que são mais que palavras!
Por T | novembro 7, 2009 12:26 PM
em 07/11/2009 12:26