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Do óbvio

(dilige et quod vis fac)

O amor requer actos, mas não pode ser desgastado com palavras adversas. É um processo contínuo, de expansão e crescimento e, por isso mesmo, uma iniciativa contra a inércia, contra a resistência gerada pelo medo, pelo comodismo. Exige trabalho, entrega, coragem: é uma opção livre e não um acto de conformismo. Sem compromisso, sem confiança e aposta, não há amor, por mais dotado à partida, que consiga crescer.

comentários (2)

ana:

"A paz seria amar em silêncio. Mas há a consciência e a pessoa; é necessário falar. Amar torna-se um inferno" Camus

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 19 de fevereiro de 2005.

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