«Gosto tanto quando nos adivinhamos, sem precisarmos de falar...», sorri ela, enlevada, ante um gesto coincidente.
«Gosto tanto quando NÃO falamos», riposta ele, rápido e convicto.
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«Gosto tanto quando nos adivinhamos, sem precisarmos de falar...», sorri ela, enlevada, ante um gesto coincidente.
«Gosto tanto quando NÃO falamos», riposta ele, rápido e convicto.
Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 24 de agosto de 2005.
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comentários (2)
Muito mais que uma questão de detalhe.
É uma realidade, que a bem dizer, nem sempre é exactamente positiva. Os pragmatismos por vezes são duros...
Bom dia!
Por Stephen King | agosto 25, 2005 10:34 AM
em 25/08/2005 10:34
É verdade. Mas o excesso de prospecção sobre matérias existenciais é muitas vezes demasiado cansativo (mea culpa! ;)). Boa tarde, SK!
Por Ana R. | agosto 25, 2005 6:45 PM
em 25/08/2005 18:45