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Sem sombra de ilusão

Ama a arte, mais do que a mim. Este é um afecto que nunca te faltará, não será afligido pela doença nem pela morte. Adora a ideia. É a única que é verdadeira, porque é a única que é eterna. Agora nós amamo-nos, talvez nos venhamos a amar ainda mais, mas quem sabe? Chegará o dia em que talvez nem dos nossos rostos nos lembraremos.

Gustave Flaubert, in carta a Louise Colet, 2 de Setembro de 1846.

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 26 de julho de 2006.

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