No Estado Civil, Pedro Mexia escreve um texto excelente sobre as marcas do passado - a memória ou a ausência dela, o espectro do que é irremediável - nas suas palavras (cada vez melhor) escolhidas. As coisas são o menos, de facto.
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No Estado Civil, Pedro Mexia escreve um texto excelente sobre as marcas do passado - a memória ou a ausência dela, o espectro do que é irremediável - nas suas palavras (cada vez melhor) escolhidas. As coisas são o menos, de facto.
Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 18 de fevereiro de 2007.
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