« As coisas simples | Main | Feuerbach »

Manhã

A manhã estática parada
Entre o Tejo azul e a Torre branca
Que branca e barroca sobe das águas

Manhã acesa de silêncio e louvor
Na breve primavera violenta
Assim a minha vida que era calma

De repente se tornou ânsia e saudade

Mas a brisa da varanda é doce e suave
Um pássaro canta porque alguém regou

Sophia de Mello Breyner Andresen

A sua opinião?

Acerca

Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 19 de setembro de 2007.

Post anterior

Post seguinte

Leia também a primeira página, faça uma pesquisa ou navegue através desta página de todos os títulos em arquivo.

pub




Arquivo

&

Primeiro endereço

© 2004/07 Ana Roque | Powered by TubarãoEsquilo | Editado com Movable Type | Top