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O medo era espantoso

Naquela noite a tormenta foi espantosa
e ao cabo das tormentas pelo escuro dos meus olhos veio saindo um
filão infindo de carvão, fria hulha, mil segredos
minerais daquilo que era escrito não saberes.
O medo era espantoso. Eu ouvia ressonar vozes diversas
ao comprido do quarto azul e frio.
Eu ardia de febre e indiferença. Por essas noites grandes
a mim sozinho ia jurando que te amava ainda, ainda.

Jorge Colombo

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 16 de março de 2008.

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