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Winds of winter

Some moralist or mythological poet
Compares the solitary soul to a swan;
I am satisfied with that,
Satisfied if a troubled mirror show it,
Before that brief gleam of its life be gone,
An image of its state;
The wings half spread for flight,
The breast thrust out in pride
Whether to play, or to ride
Those winds that clamour of approaching night.

A man in his own secret meditation
Is lost amid the labyrinth that he has made
In art or politics;
Some platonist affirms that in the station
Where we should cast off body and trade
The ancient habit sticks,
And that if our works could
But vanish with our breath
That were a lucky death,
For triumph can but mar our solitude.

The swan has leaped into the desolate heaven:
That image can bring wildness, bring a rage
To end all things, to end
What my laborious life imagined, even
The half-imagined, the half-written page;
O but we dreamed to mend
Whatever mischief seemed
To afflict mankind, but now
That winds of winter blow
Learn that we were crack-pated when we dreamed.

William Butler Yeats

comentários (2)

Loureiro:

Bom mote para reflectir. É sempre bom visitar este blogue. O tumulto diário da nossa vida parece acalmar, nas outras dimensões que se deparam ao ler e ver as escolhas. A arte e a literatura trazem sempre a libertação e a sede de conhecimento - que se renova. Obrigada, pelas imagens e palavras escolhidas. Ilustram bem a totalidade a que o humano aspira, para além das nossas profissões há sempre mais luz. Suscita, interpela e Ilumina a nossa existência!

ana r.:

Que recompensa, este generoso comentário! Obrigada...

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 06 de abril de 2008.

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