Ah, todo o cais é uma saudade de pedra!
Fernando Pessoa, in Ode Marítima
Cais, saudade em pedra.
Zarpam lábios na memória.
Tempo: angústia máxima.
Luís Antonio Cajazeira Ramos
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Ah, todo o cais é uma saudade de pedra!
Fernando Pessoa, in Ode Marítima
Cais, saudade em pedra.
Zarpam lábios na memória.
Tempo: angústia máxima.
Luís Antonio Cajazeira Ramos
Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 13 de maio de 2008.
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comentários (2)
«Ah, todo o cais é uma saudade de pedra!»
Impressionante a nostalgia de sentir isso naquilo!
Por vbm | maio 13, 2008 11:20 AM
em 13/05/2008 11:20
avassalador, na verdade; mas adiante...
Por ana r. | maio 13, 2008 10:11 PM
em 13/05/2008 22:11