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Da poesia

Deve usar-se a poesia como jóia preciosa que o dono não traz todos os dias, nem mostra a toda a gente, nem a cada passo, mas só quando convém e há razão para mostrá-la. A poesia é uma virgem formosíssima, casta, honesta, discreta, inteligente, reservada, que se mantém dentro dos limites da mais alta modéstia. Amiga da solidão, entretêm-na as fontes, consolam-na as pradarias; sossegam-na as árvores, alegram-na as flores, enquanto ela deleita e ensina quantos com ela convivem.

Miguel de Cervantes, in A ciganita, trad. Augusto Casimiro

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 30 de agosto de 2008.

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