(gentileza de Amélia Pais) Um gato, em casa, sozinho, sobe à janela para que, da rua, o vejam. O sol bate nos vidros e aquece o gato que, imóvel, parece um objecto. Fica assim para que o invejem - indiferente mesmo que o chamem. Por não sei que privilégio, os gatos conhecem a eternidade. Nuno Júdice