Cara Ana, acho esta pintura sensual, romântica, erótica, metáfora de um possível amor e do desejo!
Pois quando beijamos verdadeiramente, esquecemos as identidades, objetivos, materialismos, pois há envolvimento de uma entrega.
Caras, cada qual vê com muito mais do que os olhos e a consciência... a mim, estas imagens agradam-me porque representam a relatividade da beleza,a sua quase irrelevância no desejo, na paixão e, por maioria de razão (!), no amor.
Claro que quando beijamos, (e) (se) com desejo, não importa a identidade, mas aqui há uma "imagem do mal". Peço desculpa por não encontrar a beleza, o erotismo, a sensualidade e o sarcasmo que referem, mas para mim as imagens são assustadoras.
Não há desejo que sobreviva a esta imagem, a minha capacidade de abstracção quer no amor, quer na vida, leva-me para outros aminhos que não me deixam identificar com Magritte.
pois, não devemos "nos identificar com tudo", detesto filmes de suspense/terror! :D
Desculpas?! ora, não tem porque! afinal nem todos os quadros do Magritte eu aprecio!
Vamos por escolas,.... humm, pelo visto adequa-se ao romantismo, eu também!
Mas, vamos lá, reconsidere e que tal uma pitada do "grotesco', ao olhar!?
o mundo tem decerto pitadas do grotesco!
bjim
Alice, desculpa, mas vamos aprimorar a escrita: é uma mesma "echárp"que se enrosca nos personagens!
o ato de um beijo; e o beijo pode tirar a respiração (!), e um amor pode sufocar!:(
embora amor!
comentários (7)
Querida Ana,
Acho esta pintura tão feia, horrivel!
Por Alice Gomes | dezembro 12, 2009 5:37 PM
em 12/12/2009 17:37
Cara Ana, acho esta pintura sensual, romântica, erótica, metáfora de um possível amor e do desejo!
Pois quando beijamos verdadeiramente, esquecemos as identidades, objetivos, materialismos, pois há envolvimento de uma entrega.
Por T | dezembro 13, 2009 12:57 PM
em 13/12/2009 12:57
Caras, cada qual vê com muito mais do que os olhos e a consciência... a mim, estas imagens agradam-me porque representam a relatividade da beleza,a sua quase irrelevância no desejo, na paixão e, por maioria de razão (!), no amor.
Por ana r. | dezembro 13, 2009 6:05 PM
em 13/12/2009 18:05
Cara(o) T
Claro que quando beijamos, (e) (se) com desejo, não importa a identidade, mas aqui há uma "imagem do mal". Peço desculpa por não encontrar a beleza, o erotismo, a sensualidade e o sarcasmo que referem, mas para mim as imagens são assustadoras.
Não há desejo que sobreviva a esta imagem, a minha capacidade de abstracção quer no amor, quer na vida, leva-me para outros aminhos que não me deixam identificar com Magritte.
Por Maria Alice Gomes | dezembro 14, 2009 12:14 PM
em 14/12/2009 12:14
pois, não devemos "nos identificar com tudo", detesto filmes de suspense/terror! :D
Desculpas?! ora, não tem porque! afinal nem todos os quadros do Magritte eu aprecio!
Vamos por escolas,.... humm, pelo visto adequa-se ao romantismo, eu também!
Mas, vamos lá, reconsidere e que tal uma pitada do "grotesco', ao olhar!?
o mundo tem decerto pitadas do grotesco!
bjim
Por T | dezembro 14, 2009 4:27 PM
em 14/12/2009 16:27
Alice,aqui retorno para brincar contigo: estás no país das maravilhas?
:D
Por T | dezembro 14, 2009 4:41 PM
em 14/12/2009 16:41
Alice, desculpa, mas vamos aprimorar a escrita: é uma mesma "echárp"que se enrosca nos personagens!
o ato de um beijo; e o beijo pode tirar a respiração (!), e um amor pode sufocar!:(
embora amor!
Por T | dezembro 14, 2009 4:46 PM
em 14/12/2009 16:46