Tantas formas revestes, e nenhuma
Me satisfaz!
Vens às vezes no amor, e quase te acredito.
Mas todo o amor é um grito
Desesperado
Que apenas ouve o eco...
Peco
Por absurdo humano:
Quero não sei que cálice profano
Cheio de um vinho herético e sagrado.
Miguel Torga,


comentários (2)
A esperança tem a cor do medo no fundo da curva da estrada
Heresia (uma das maiores, nem mais nem menos), mesmo para um não crente, é não ter medo; acreditar (só, absolutamente) na verdade do vinho
E é Esperança descrer do absoluto e dos seus enganos, acreditar na curva, na cor, na estrada
e na bondade do tempo
Enquanto há tempo
Por Rui Antunes | fevereiro 1, 2012 1:29 AM
em 01/02/2012 01:29
E o tempo foge, é sabido...
Por ana roque | fevereiro 1, 2012 10:09 AM
em 01/02/2012 10:09