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Um azul tão azul

Agora falarei dos olhos gregos de Ariane,
que não são de Ariane nem são gregos,
desses olhos que se fossem música
seriam a música de água dos oboés,
falarei apenas dos olhos do meu amor,
desses olhos de um azul tão azul
que são mesmo o azul dos olhos de Ariane.

Sophia de Mello Breyner Andresen

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 07 de novembro de 2015.

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