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Extra-vento

Talvez seja assustador o meu extra-vento
O tranquilo golpe da minha mirada
O desafio de desafiar sem combate expresso
Porque todos têm medo, muito medo
De abandonar o refúgio do seu caos
E saberem nas narinas o que lhes era sabido:
O lado mordente da natureza de cada um,
O lugar de árvore e fruto que era o seu
O céu que queriam e a que nunca chegaram
Por muito exercício e conquista em jejum
Seus metaquímicos transes pudessem ser
A palavra iniciática do profeta.

Alberto Augusto Miranda

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 21 de fevereiro de 2016.

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