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Humanidade

Que simples profundidades
Que profundas simplicidades
Estar sentado entre as árvores
e respirar com elas
através de murmúrios farfalhas e brisas --

E como poderei eu confiar nesses
que poluem o céu
com paraísos
o debaixo com infernos

Enfim, humanidade,
faço parte de ti
e o meu filho também

mas nenhum de nós
há-de acreditar
na tua redonda e triste mentira

Gregory Corso, trad. Vasco Gato

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 11 de junho de 2016.

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