Não há um nome para a tua ausência.
Há um muro
que os meus olhos derrubam.
Um estranho vinho
que a minha boca recusa.
É outono.
A pouco e pouco despem-se as palavras.
Joaquim Pessoa
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Não há um nome para a tua ausência.
Há um muro
que os meus olhos derrubam.
Um estranho vinho
que a minha boca recusa.
É outono.
A pouco e pouco despem-se as palavras.
Joaquim Pessoa
Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 30 de outubro de 2019.
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