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Reality check

(said he)

A construção de uma relação amorosa não é um percurso nefelibata - se há (e nem sempre há...) um período meta(-eu)fórico, de (re)conhecimento e projecção intensiva do eu no outro, a realidade fica a aguardar, paciente e inevitável, algures num tempo próximo. É aí, justamente no primeiro ponto de viragem entre o "ser" e o "nada" do amor que se desenhará a expansão possível. O deslumbramento a luz e cor dá lugar à razão, o entusiasmo recorrente é substituído pelo olhar da normalidade, mesmo que encantada e encantadora. Há uma nova dimensão a descobrir, uma nova dinâmica a cultivar: a primeira vez que o olhar diverge, desligado, abre uma perspectiva que é preciso saber viver. Para fazer então o resto do caminho, sem fim à vista.

comentários (1)

calhordus:

Éramos todos amigos,tinhamos tido maus quartos d'hora nos Camarôes,a amizade sem nos termos conhecido antes,calor, doenças,deficuldade em nos adaptarmos num pais estrangeiro.Depois foi o regréso tâo desejado ao fim de dois anos,recontramo-nos numa linda regiâo do Quebec em casa de um amigo Jacques é o seu nome.Éramos seis acompanhados de nossas esposas que nâo se conheciam entre élas,um dia depois René chamou-me disendo-me que Jacques tinha partido com a esposa de Michel.Hoje depois de dez anos René dis-me que tem dois filhos e que sâo muito felizes.Eu nâo acreditava no amor,mas depois mudei d'ideia.

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 14 de janeiro de 2005.

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