« Utamaro | Main | Da escassez (do tempo) »

De dentro

Venho de dentro, abriu-se a porta:
nem todas as horas do dia e da noite
me darão para olhar de nascente
a poente e pelo meio as ilhas.

Há um jogo de relâmpagos sobre o mundo
de só imaginá-la a luz fulmina-me,
na outra face ainda é sombra

Banhos de sol
nas primeiras areias da manhã
Mansidões na pele e do labirinto só
a convulsa circunvolução do corpo.

Luiza Neto Jorge

Acerca

Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 11 de março de 2005.

Post anterior

Post seguinte

Leia também a primeira página, faça uma pesquisa ou navegue através desta página de todos os títulos em arquivo.

pub




Arquivo

&

Primeiro endereço

© 2004/07 Ana Roque | Powered by TubarãoEsquilo | Editado com Movable Type | Top