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Por Ana Roque às 13:09 de 24 de outubro de 2005
Parece-me que este poema do Armindo Rodrigues se adequa à pintura.Porque o poeta é um pintor da palavra.
Da pedra à água a distância é a sede. A água solta-se. As pedras estão. Da pedra ao céu a distância é a ave. A ave cruza o céu parado.
Por rosario.barbosa | outubro 25, 2005 12:47 PM
em 25/10/2005 12:47
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comentários (1)
Parece-me que este poema do Armindo Rodrigues se adequa à pintura.Porque o poeta é um pintor da palavra.
Da pedra à água
a distância é a sede.
A água solta-se.
As pedras estão.
Da pedra ao céu
a distância é a ave.
A ave cruza
o céu parado.
Por rosario.barbosa | outubro 25, 2005 12:47 PM
em 25/10/2005 12:47