No ano passado, fui vê-lo. Desta vez, resta-me adivinhar. Mas ele está lá. Sempre, como símbolo de tudo o que não cede.
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No ano passado, fui vê-lo. Desta vez, resta-me adivinhar. Mas ele está lá. Sempre, como símbolo de tudo o que não cede.
Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 23 de dezembro de 2006.
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