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Enquanto prometemos o dia da coragem

O mal vem aos rostos e mata o coração.
Tivemos de aprender a dor civicamente:
o olhar ferido por inexpressões
o assobio das faces carcereiras
essa armação da voz, as predações
– e sempre tudo dentro
de espelhos verdadeiros, salões de festas, lustres…


Carlos Poças Falcão

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 18 de agosto de 2007.

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