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Calar a tempestade

I
O nosso silêncio fará calar a tempestade
Tornará sensata a folhagem profunda

Tenho nas mãos duas mãos abandonadas

II
Este barco estava mergulhado para sempre na bruma

Quem fala de ódio de longe em longe
Mais de perto vai dizendo o amor

III
Os olhos penetrantes soberana inocente
Os seios leves de tudo ela ria

E o mar dispersou a areia do seu trono.

Paul Éluard

comentários (2)

vbm:

Dois belíssimos poemas, Ana!
Tenho de os guardar.

E vir a experimentá-los
no meu blog.

ana r.:

À vontade, caro vbm. A ideia é mesmo partilhar :)

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 03 de fevereiro de 2008.

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