I
O nosso silêncio fará calar a tempestade
Tornará sensata a folhagem profunda
Tenho nas mãos duas mãos abandonadas
II
Este barco estava mergulhado para sempre na bruma
Quem fala de ódio de longe em longe
Mais de perto vai dizendo o amor
III
Os olhos penetrantes soberana inocente
Os seios leves de tudo ela ria
E o mar dispersou a areia do seu trono.
Paul Éluard


comentários (2)
Dois belíssimos poemas, Ana!
Tenho de os guardar.
E vir a experimentá-los
no meu blog.
Por vbm | fevereiro 3, 2008 10:14 AM
em 03/02/2008 10:14
À vontade, caro vbm. A ideia é mesmo partilhar :)
Por ana r. | fevereiro 4, 2008 12:02 AM
em 04/02/2008 00:02