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A Aranha e o Poeta

A aranha tece a teia
Eu o poema
Há milênios fazendo-a perfeita
Eu aprendendo
Todos os pequenos bichos se
enredam no poema-ceia
Só rato, barata, cupim, traça(m) minha teia
A aranha mata a fome na rede
Meu poema tem a fome fiada nos milênios
Diferenças à parte,
a aranha não suporta minha indisciplina

Carlos Gildemar Pontes

comentários (3)

T:

Muito linda.E ao ler sorrio.
Sinto-me por vezes a tecer (ter e ser)e a enredar.Diferenças à parte, indisciplinas idem, a fome deve ser constante de poiesis. Quiça um dia aplaque-se.

Ana, muito grato pelo poema no seu blog.
Fico feliz mais uma vez.
Bj

ana r.:

De nada, caro Carlos Gildemar Pontes. O gosto é meu :)

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 13 de abril de 2008.

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