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Da escrita

Prendo-me às manhãs porque me fogem e a dor do efémero atravessa-me lenta e incisiva. Talvez eu não saiba dizer de outra coisa para além do tempo e do lugar. Da circunstância me mantenho. Dela construo o meu barco e levanto a minha casa. Escrevo-a e respiro. Escrevo-a para respirar.

Ivone Mendes da Silva

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Esta é uma página de arquivo individual, publicada em 29 de dezembro de 2015.

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